Fundada em 2016 e pioneira no ramo de auditoria judicial, a EvidJuri recebeu autorização para ser contratada por órgãos públicos e federais sem a necessidade de procedimento licitatório. A decisão reconhece o caráter específico das atividades desempenhadas pela empresa no campo da auditoria judicial, da inteligência probatória e da análise pericial de alta complexidade.
Outro fator que pesou foi a atuação do escritório em casos contra grandes corporações, gerando repercussão nacional, atuando em prol de empresas menores, com menos aparato técnico-jurídico. Diversos desses cases figuraram em grandes veículos de imprensa, um dos motivos que balizaram a decisão do poder público.
Com o enquadramento, a EvidJuri passa a integrar um grupo restrito de prestadores aptos a atender demandas do setor estatal sem a necessidade dos procedimentos de contratação convencionais, modelo adotado em casos que exigem notório saber, estrutura técnica dedicada e conhecimento especializado não padronizável.
“Essa permissão é um reconhecimento institucional da natureza técnica e singular do nosso trabalho e de nosso modelo de precificação. Ela amplia o acesso de autoridades governamentais a análises independentes, qualificadas e baseadas em evidências, especialmente em casos de alta complexidade, nos quais a segurança jurídica é determinante para a tomada de decisão”, explica o jurista Sthefano Cruvinel, Diretor-Presidente da EvidJuri.
No portfólio da empresa estão ações judiciais de companhias de médio porte, pequenos fornecedores e organizações da sociedade civil contra grandes companhias, envolvendo disputas relacionadas a contratos, sistemas, discussões de fraude bancária, M&A, apurações societárias, agronegócios e danos ambientais.
A lista de adversários é grande e conta com gigantes e potências mundiais que não estavam acostumadas a perder no campo judicial, dentre elas: SAP, Oracle, Siemens, TOTVS, Sankhya, Tech Mahindra, Seidor, Grupo Algar (GIC) e Votorantim.
Segundo o fundador, a taxa de sucesso dos trabalhos técnicos conduzidos pela EvidJuri está acima de 90%, índice que também se reflete na redução do tempo médio de duração dos processos e aumento de assertividade processual, a partir da qualificação da prova técnica levada ao Judiciário
A autorização para contratação direta tende a ampliar o acesso do setor público a serviços técnicos especializados, muitas vezes adstritas ao mercado privado, em um contexto de crescente complexidade contratual, judicialização e demanda por decisões baseadas em evidências qualificadas, o que, no Brasil atual tem uma carência enorme por falta de confiabilidade jurisdicional. “Quando presenciamos casos de falhas operacionais, de controle e não utilização de sistemas de cibersegurança adequados, que afetam diretamente o setor estatal, como foi o caso da Caixa Econômica e o desvio de milhões de reais em dinheiro de diversas Prefeituras e milhares de pessoas, fica claro que o setor público precisa de respostas técnicas e rápidas, baseadas em dados científicos e menos argumentações evasivas. A dispensa de licitação concedida à EvidJuri reflete esse cenário: a urgência de contar com quem já tem histórico, escala e capacidade comprovada para atuar em casos sensíveis”, ressalta o fundador Sthefano Cruvinel.
Os modelos de negócio, os casos de sucesso, a celeridade dos resultados e principalmente a forma de precificação aderente e de menor valor que o cobrado no ambiente privado trouxeram a EvidJuri para o reconhecimento do mercado público em momento em que o país necessita de maior confiabilidade jurídico probatória, o que alinha totalmente com o propósito institucional da empresa.
Fonte: Jornal Jurid
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